4 de setembro de 2007

31 de agosto de 2007

Salvador Dalí



"Um quadro para sonhar (...) tão silencioso que nos assustamos se alguém bater à porta."

Edgar Allan Poe

30 de agosto de 2007

Editors - Munich / Salvador Dalí


People are fragile things, you should know by now
Be careful what you put them through
People are fragile things, you should know by now
You'll speak when you're spoken to

28 de agosto de 2007


Ora aqui estamos na presença de um fantastico castelo de areia, sim de areia. Podem parecer pedras para nós mas para os habitantes da Croacia este castelo encontra-se num belo areal.
E viva a subjectividade.

24 de junho de 2007

Peças Soltas

















"Nunca quis. Nem muito, nem parte. Nunca fui eu, nem dona, nem senhora. Sempre fiquei entre o meio e a metade. Nunca passei de meios caminhos, meios desejos, meia saudade. Daí o meu nome: Maria Metade"



Mia Couto, O Fio das Missangas

22 de junho de 2007

Damien Rice - Volcano



Don't hold yourself like that


You'll hurt your knees


I kissed your mouth and back


But that's all I need


Don't build your world around volcanoes melt you down





What I am to you is not real


What I am to you you do not need


What I am to you is not what you mean to me


You give me miles and miles of mountains


And I'll ask for the sea





Don't throw yourself like that


In front of me
I kissed your mouth your back


Is that all you need?


Don't drag my love around volcanoes melt me down





What I am to you is not real


What I am to you you do not need


What I am to you is not what you mean to me


You give me miles and miles of mountains


And I'll ask for the sea


Is just what I'm going through


This is nothing new


No no just another phase of finding what I really need


Is what makes me bleed


And like a new disease she's still too young to treat


Like a distant tree


Volcanoes melt me down


She's still too young


I kissed your mouth


You do not need me

22 de maio de 2007

12 de maio de 2007

Insónia – A Poesia de Pessoa feita Teatro


TABACARIA
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para um mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E nao tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e o ranger de ossos na ida.
(...)